terça-feira, 14 de julho de 2009

Antropologia - Ousar para reiventar a humanidade

Transcrevo um trecho-preciosidade, de Juvenal Arduini que faz parte de seu livro de nome igual ao título da postagem. Clicando alí você segue direto para um release do livro que, atualmente, é meu livro de cabeceira.
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"Esperança antropológica é o ser humano nômade. Desloca-se. Desdobra-se. Inventa-se. Deixa de ser o que era para chegar a ser o que ainda não é. A esperança abre espaço ao pensar, ao decidir, ao buscar, ao mudar. É gênese. O homem-esperança é o peregrino que caminha, é o artífice que tece o existir. Se nao houvesse esperança, o homem seria tempo fechado. Estacionário. Sem esperança, não se vive, não se trabalha, não se inova.

Esperança é também fibra ontológica. A esperança ontológica embasa a esperança antropológica. Não basta ter esperança. É preciso ser esperança. O homem vive de esperança, acredita na esperança, mas sobretudo é esperança. Esperança é o salto do devir existencial."
- Juvenal Arduini

Um comentário:

GRAÇA GRAÚNA disse...

Tudo é possivel quando caminhamos na direção da esperança. Parabens pela postagem do pensamento de Juvenal Arduini. Bjos de luz, Grauninha